PROTOCOLO DE TRATAMENTO DA SIP

A SIP (Síndrome do Intestino Permeável ou Irritável) é uma doença que me pegou e surpresa, e levei um bom tempo até descobrir a melhor forma de tratá-la, até porque os médicos que eu consultei não foram eficazes, nem mesmo no diagnóstico! Passei a pesquisar profundamente diversos estudos, participei de muitos congressos nacionais e internacionais online e li muita coisa que especialistas que cito aqui publicaram. Com isso encontrei um caminho natural e sem efeitos colaterais, que me ajuda muito. Me considero hoje totalmente curada, quase tudo do que cito abaixo não preciso mais tomar, mas isso não significa que poderei voltar a ingerir alimentos alergênicos ou retomar hábitos nocivos, se fizer isso, dou alguns passos para trás e tenho que retomar alguns procedimentos deste protocolo para me recuperar. É preciso ser persistente, ter disciplina e não desanimar só porque os resultados não são tão imediatos como se espera, a cura leva tempo, pelo menos de 2 a 3 anos para se recuperar totalmente, mas vejo uma melhora incrível a cada dia.

Minha intenção aqui é de compartilhar essas informações preciosas, mas se ainda assim sentir necessidade de maior apoio, pode contar com meu trabalho de coach para lhe ajudar numa orientação mais precisa quanto a dieta, para te indicar profissionais que eu confio e para averiguar mais de perto seus sintomas e progresso com o protocolo.

Algumas coisas que recomendo aqui infelizmente não são vendidas no Brasil, mas é possível comprar nos sites que eu indico abaixo. O ideal é que alguém traga pra você. Esses produtos chegam no Brasil na categoria de suplementos e muitas vezes podem ser barrados pela Anvisa. Procure seguir todo o protocolo, usar o máximo do que indico aqui, todos os dias. Não um produto a cada dia e sim todos, todos os dias. Por se tratar de um protocolo natural, você tem que tirar o máximo proveito. Mas o que eu recomendo já de cara é fazer todos os exames, a mudança na dieta e o consumo das enzimas.

PASSO 1: REMOVER AS CAUSAS

 

É importante você ter uma dieta cuidadosa e hábitos saudáveis, que contribuem na redução da inflamação intestinal, portanto é fundamental seguir as recomendações abaixo. Alguns destes alimentos você poderá retomar aos poucos depois, quando você sentir que já está quase curado:

a) DIETA:

 

1) Cortar totalmente a ingestão de alimentos alergênicos: Já sabemos que os principais vilões são os laticínios e  o glúten (trigo, centeio e cevada). Cuidado, muitos alimentos glúten free contém outros ingredientes que não são recomendados, como derivados de milho, conservantes, açúcares, carboidratos, transgênicos e químicos.

2) Cortar a ingestão de alimentos inflamatórios e industrializados: corte alimentos industrializados e processados (embutidos por exemplo) pro resto de sua vida. Ingredientes como glutamato monossódico, conservantes, adoçantes artificiais, conservadores, corantes e aromas artificiais, etc, irritam a parede do intestino. Não ingerir açúcar pois alimenta as bactérias ruins, para adoçar use agave (nunca adoçantes artificiais), mel (em pouquíssima quantidade) ou açúcar de coco (baixo índice glicêmico) ou maple syrup (também e baixo índice glicêmico). Fuja das frituras, não  consumir  óleos industrializados de sementes ou grãos pois inflamam o corpo, como o canola, milho, soja, algodão, cártamo e girassol (dê preferência para óleo de coco, palma, azeite (de boa qualidade, muitos estão misturados a óleos inflamatórios), óleo de castanhas e de abacate). Veja dicas sobre as melhores opções de óleos aqui. Fuja dos transgênicos  e agrotóxicos pois estes destroem as bactérias boas do intestino.

3) Evitar consumir:

    - ovos

    - amido

    - carboidratos

    - soja

    - alimentos com ômega 6 (inflamatório)

    - milho (além de ser transgênico no Brasil, contém uma proteína chamada zeína, de difícil digestão)

    - aveia, por conta do ácido fítico e a avenina (da classe da prolamina, da família do glúten, com a mesma capacidade alergênica e que também pode romper a barreira intestinal), pode também ter contaminação cruzada com o trigo

    - quinoa, que contém saponina  

   - arroz castanho, por conter orzenina. Prefira arroz branco, pois seus anti-nutrientes concentram-se na casca que é preservada no arroz integral. Mas atenção, consuma apenas arroz orgânico, essa planta é como uma esponja, absorve muito os poluentes do ambiente onde está.

    - grãos: cuidado com os fitatos, se for consumir grãos, deixe-os sempre de molho em água por tempo suficiente para eliminar parte dos anti-nutrientes antes de cozinhá-los (cada grão tem um tempo diferente). Uma dieta com muitos grãos reduz a habilidade do corpo de processar a vitamina D, fundamental para a saúde do intestino. Para saber mais sobre os anti-nutrientes veja aqui.

    - amendoim ou manteiga de amendoim: contém muita lectina, um tipo de proteína que é danosa para o intestino, principalmente de quem já tem a SIP. Contém também uma grande quantidade de Omega 6, o que pode ser inflamatório para o corpo, caso a proporção seja alta demais em relação ao consumo de Omega 3. A manteiga de amendoim contém frequentemente os aditivos de xarope de milho de alta frutose e óleos hidrogenados (também conhecidos, gorduras trans), que são 2 dos aditivos mais mortíferos da alimentação.     

     - evite carnes de todos os tipos. Além de acidificarem o corpo, ou seja, deixá-lo ainda mais propício a doenças, elas são de difícil digestão. A carne vermelha, por exemplo, fica dias no seu intestino sendo digerida, portanto  fica apodrecendo dentro deste órgão que se encontra tão frágil neste momento. Os peixes estão muito contaminados com metais pesados e resíduos de plástico, e os de cativeiro não contém Omega 3 porque comem apenas ração e não algas. Esses contaminantes prejudicam a saúde do intestino. Se fizer muita questão do peixe​, terá que encontrar um de boa procedência. Um salmão selvagem terá o Omega 3 que você precisa, por exemplo, assim como as Sardinhas, porém estas não encontramos no Brasil com selo de livre de metais pesados. As de Fernando de Noronha são bastante confiáveis, mas é preciso ir até lá.

     - pólen: ele é irritante para o intestino danificado     

     - bebidas alcoólicas: irritam o intestino

     - produtos descafeinados: podem conter ingredientes questionáveis

     - feijão carioca: contem um tipo de amido danoso, que não vai embora mesmo depois de deixado de molho 

     - banana da terra: contem muito amido

     - batata inglesa: cheia de amido e produz gases tóxicos na digestão. Batata yacon ou doce são bem vindas

    - shoyu: cuidado, muitos contem glúten! A soja também é toda transgênica no Brasil, observe se está comprando o orgânico e sem corante caramelo e realçador de sabor (glutamato monossódico)

     - xylitol, manitol e sorbitol: eles se enquadram na categoria de carboidratos e açúcares indigestos, e assim permitem que as empresas classifiquem as coisas como “livres de açúcar”, mesmo que estejam fornecendo nutrição para as bactérias ruins que vivem em seu trato digestivo.

      - alimentos pré-bióticos/fermentados: eles irão causar gases e piorar os sintomas, pois estes são como fertilizantes, tanto para bactérias boas quanto pras ruins, e como a flora está desbalanceada, com um número maior das ruins, eles irão aumentar ainda mais. Eles só são recomendáveis depois que a flora intestinal estiver restaurada completamente.    
:   fermentos: muitos dos fermentos biológicos contém glúten, além de serem feitos com a levedura Saccharomyces cerevisiae, considerada prejudicial para quem tem inflamações intestinais. Já o Levain (fermentação natural) é composto por mais de 50 tipos de micro-organismos benéficos. Mas faça seu pão sem glúten com o Levain sem glúten pois, normalmente, todos são feitos por meio da farinha de trigo. 

4) Experimente adotar a dieta FODMAP: Consiste em evitar alimentos de alta osmolaridade ou que possuem substratos rapidamente fermentados por micro-organismos intestinais. A alta osmolaridade atrai muita água para o intestino delgado e pode desencadear diarreia, enquanto os substratos rapidamente fermentados por bactérias no intestino grosso podem desencadear sintomas como distensão abdominal, flatulência e cólica abdominal. Estes sintomas são extremamente comuns em pacientes com Síndrome do Intestino Permeável ou Irritável (SII) e Disbiose, e por isso a maior parte dos estudos relaciona redução destes sintomas após dieta com baixo teor de FODMAP. Mas veja se todas estas recomendações fazem sentido pra você, se observe, existem pessoas que não precisam cortar todos estes alimentos, outras precisam ir além, cada corpo reage de uma maneira, dependendo do estágio da doença.

Frutas Ricas em FODMAP: Maçã crua, pera, pêssego, manga, melancia, nectarina, cereja, abacate
Sucos naturais, frutas secas, mel, frutose, xarope de milho

Frutas pobres em FODMAP: banana, amora, carambola, uva, abacaxi, melão, kiwi, limão, lima, laranja, tangerina, morango, maracujá

Laticínios Ricos em FODMAP: Leite de vaca, cabra ou ovelha, sorvete, iogurte (mesmo desnatado), queijo fresco e cremoso (ricota, cottage, cream cheese)

Laticínios Pobres em FODMAP: Leite sem lactose, iogurte sem lactose, leite de soja, leite de arroz ou amêndoa, manteiga e queijos curados, como cheddar, parmesão, brie ou camembert

Hortaliças e Leguminosas Ricas em FODMAP: Alcachofra, aspargo, beterraba, brócolis, couve, alho, alho-poró, quiabo, cebola, couve-flor, ervilha, grão de bico, feijão, lentilha

Hortaliças e Leguminosas Pobres em FODMAP: Broto de bambu, cenoura, aipo, berinjela, alface, cebolinha, pepino, abóbora, abobrinha, alface, tomate, espinafre, batata doce

Cereais e Massas Ricos em FODMAP: Pães, bolos, biscoitos ou cereais contendo trigo e centeio e cereais com xarope de milho

Cereais e Massas Pobres em FODMAP: Farinhas, pães, macarrão e biscoitos sem glúten
                                                                 Produtos com farinha de milho ou mandioca
                                                                 Arroz, tapioca, macarrão de arroz

Mais informações sobre a dieta FODMAP: https://fbg.org.br/Publicacoes/noticia/detalhe/5

5) Ter hábitos que alcalinizam o corpo e que são anti-inflamatórios, como: consumir limão (água com 1/2 limão pela manhã em jejum), cúrcuma (de preferência em comprar a raiz ao invés do pó, pois andam adulterando no Brasil), frutas ricas em vitamina C, todas as frutas vermelhas, alimentos crus em forma de sopas frias ou sucos verdes (folhas, verduras, brotos, frutas pouco doces), chás antioxidantes, cacau o mais puro possível, orgânico e o mínimo de açúcar. 

IMPORTANTE: Alguns desses alimentos podem voltar para a sua dieta futuramente, depois que estiver curado, mas os alergênicos devem ser retirados completamente da sua vida, como glúten, laticínios e industrializados, assim como castanhas e ovo caso você seja alérgico.

b) EVITAR MEDICAMENTOS FÁRMACOS INFLAMATÓRIOS NÃO ESTEROIDE E CORTISOL: 

Não tomar Omeprazol para resolver problemas de refluxo, comum para quem tem esse tipo de doença. Esse remédio só mascara o problema e tem efeitos colaterais violentos. O correto é regular a acidez do estômago, e não eliminá-la. Neste caso o recomendado é tomar Cloridrato de Betaína. Ele ajuda também a melhorar a digestão, aliviar gases, combate candidíase, diarreia, combate parasitas, alergias, etc.

Remover antibióticos (evitar ao máximo ao longo da sua vida)

c) REDUZIR OS NÍVEIS DE ESTRESSE: consumir fitoterápicos desestressantes, realizar práticas físicas calmantes (yoga, meditação, etc), terapias, florais, acupuntura, etc

 

d) FAZER EXAMES APROPRIADOS: primeiro de tudo verifique se não há vermes ou alguma bactéria, como a E. Coli, depois faça exames de ultrassonografia e raio X para verificar o estado em que se encontra o intestino. Faça também exames para verificar a existência de Doença de Chron ou Diverticulite (no caso de diverticulite, não é indicado fazer a colonoscopia, portanto faça outros exames para saber antes se tem esse problema, e se descartado, aí sim poderá fazer a colonoscopia).  Investigue sua flora intestinal, realizando o exame de Perfil Intestinal, sugiro este laboratório: Bioma 4 Me

Para parasitas, recomendo este laboratório: HelthMetrix.

e) VERIFIQUE SE VOCÊ TEM INTOLERÂNCIA A FRUTOSE: Frutose é o açúcar presente em frutas, e que hoje é massivamente utilizado na composição de muitos alimentos industrializados, como doces em geral, molhos para salada, enlatados, etc.
Assim como na intolerância ao glúten e laticinios, os sintomas da intolerância a frutose podem ser tão fortes e congênito quanto.
No caso da frutose, o problema é a falta de enzimas para processá-la dentro das células. A deficiência de transportadores GLUT-5 na parede intestinal também dificulta sua absorção, criando dores abdominais, gases, diarreia, deficiência na produção de serotonina, o que leva a um quadro depressivo e de bagunça da nossa sensação de saciedade.
Para os não intolerantes, o consumo excessivo  de frutose pode também acarretar consequências semelhantes a longo prazo. A partir de 50g de frutose por dia (equivalente a 5 peras, ou 8 bananas ou ainda, 6 maçãs) os transportadores naturais de mais da metade das pessoas ficam sobrecarregados.
Ataques de fome e vontade constante de beliscar é  também um efeito colateral dessa intolerância.
A pergunta crucial é: quão comum essa intolerância pode ser? Segundo a alemã Giulia Enders, autora do livro "O Discreto Charme do Intestino", 1 a cada 3 alemães tem intolerância a frutose. Ou seja, assunto bastante relevante.
Uma boa maneira de checar se é  seu caso, corte a frutose por 1 mês e veja se melhora.

f) VERIFIQUE SE VOCÊ TEM SIBO (Small Intestine Bacterial Overgrowth): Isto significa um crescimento exacerbado de bactérias no intestino delgado, que pode se estende para o estômago. O intestino delgado costuma a ter pouca presença de bactérias, portanto um crescimento excessivo nessa região pode causar diversos sintomas, muitos deles semelhantes ao da SIP. Para saber se é o seu caso, peça para seu médico prescrever o teste de hidrogênio/metano expirado. O tratamento é muito semelhante ao da SIP, mas com um foco maior em matar essas bactérias. É super importante, no caso de confirmação da SIBO, não tomar nenhum probiótico, não beber e nem comer bebidas probióticas e/ou fermentadas e não consumir ou tomar suplementos pré-bióticos , pois vocês estará contribuindo para que elas aumentem ainda mais.

PASSO 2: SUPLEMENTAÇÃO DETOX

a) Os adaptogénicos são fundamentais para equilibrar todo o distúrbio causado pelas doenças intestinais, assim como aliviar gatilhos como o estresse. A Rhodiola ajuda a diminuir os níveis de estresse  (uma das causas da SIP),  a desintoxicar o corpo, trata infecções intestinais, ajuda a modular a dopamina, noradrenalina e seretonina. Ashwagandha é uma erva muito usada pela medicina Ayurvedica com inúmeras propriedades positivas, entre elas, aliviar o estresse, combater fadiga, melhorar o sono, é neuroprotetora, ótima para o sistema imunológico, é energizante e rejuvenescedora. 

b)  G.I. Detox™ é maravilhoso, assim como a Triphala, da medicina Ayurvédica, ambos tem o mesmo papel. Me ajudou muito e não tem contra indicações. Usados para desintoxicar o organismo e o intestino. Deve seguir a recomendação do frasco, não é para usar todos os dias por longos períodos, o ideal é usar por uns 3 dias seguidos.

 

c) Dr. Group´s Detox Food Pads: no site Global Healing Center tem um produto bastante interessante para limpar o organismo de químicos, toxinas e metais pesados, e estimula os pontos da reflexologia. O Dr. Group´s Detox Food Pads é inspirado num método desenvolvido no Japão. Trata-se de um par de almofadas com ervas que você coloca sob os pés ao dormir. No dia seguinte você percebe que ela mudou completamente de cor, por conta das toxinas que ela absorveu. O interessante deste produto da Global é que ele é orgânico e vem numa embalagem própria para proteger as ervas do raio X dos aeroportos. Existem alguns consultórios de médicos naturopatas no Brasil que oferecem esse tipo  de detox em seus consultórios.

d) A Clorella é uma alga de água doce doce rica em proteínas e minerais,

que tem como propriedade principal absorver  as  toxinas do  organismo

e eliminá-las  nas  fezes. Isso  ocorre  graças  a  sua  capacidade  de  

encapsulamento  da toxina no interior de seu   núcleo.  Seu  poder  é  

tamanho   que  chega  a  ser  utilizada   até mesmo para remover toxinas

de radiação. Facilmente  encontrada  hoje em dia no Brasil em  forma de  

cápsulas  ou  pó. Mas  atenção,  procure pelas orgânicas de procedência

confiável.

.

e) Dual – Tox DPO: ótimo desintoxicante, e regula e protege o funcionamento das enzimas hepáticas, melhora o metabolismo e acelera o processo de desintoxicação do fígado, órgão que fica muito sobrecarregado quando se tem doenças intestinais.  

PASSO 3: RECONSTITUIR O INTESTINO

 

a) Reposição de vitaminas e minerais: para isso peça ao seu médico que solicite exames pra ver quais são suas carências, e ingerir alimentos e suplementos antioxidantes. O Ferro é o que costuma a faltar mais. 

 

b) Vitamina D: ela tem um papel importante na saúde da mucosa intestinal, portanto tome bastante sol. Não use protetor solar, ele impede a absorção da vitamina D, se necessário use o óleo de coco e sua pele estará protegida cerca de 15%, o que é suficiente já que bastam 30 minutos de sol, na maior área possível do corpo. Mas atenção, não tome banho em seguida, sabonetes eliminam da pele a reação química que fará seu corpo, aos poucos, absorver esta vitamina. 

 

c) Enzymas digestivas: no Brasil é fácil de encontrar algumas enzymas em forma de capsulas ou pó, mas elas deixam muito a desejar se comparadas a estas duas: Pan V-Rx da NuMedica   e  Veganzyme da Global Healing Center. Mas se precisar delas com urgência, recomendo a Enzyfor da Vitafor.

Para aqueles que comem carne, a Betaine HCL&Pepsin  ajuda na digestão dessas proteínas.

É importante criar o hábito de comer alimentos que são fermentados, como o chucrute, por exemplo. Dê preferência para os orgânicos. A cebola crua, o gengibre e o abacaxi também ajudam muito na digestão.

Existem também cápsulas que ajudam o seu organismo a digerir melhor a proteína do glúten, mas não significa que com isso você poderá sair comendo glúten a vontade. Ela serve apenas para ser usada em emergência, quando não se tem outra saída no lugar onde você irá comer ou quando caímos em tentação mesmo: GlutenEase e E3 Advanced Plus.

Os chás digestivos ajudam bastante também, como canela, erva-doce, cardamomo, gengibre, sálvia, alecrim, chá verde, camomila (é calmante e anti-inflamatório), menta, etc. E claro, os chás medicinais que cito abaixo.

 

d) Suplementos restauradores: no site do Dr. O'Bryan, um renomado médico norte americano especialista no assunto, você encontra suplementos bastante interessantes, como o GS Imuno Restore, que restaura o seu intestino e sistema imunológico. Deve ser ingerido apenas durante o período de tratamento.  

 

e) Quercetina: este é um nutriente que merece especial destaque pois tem um importante papel aqui. Ele fortalece o sistema imune, reduz os sintomas de alergia alimentar, combate o câncer, é anti-inflamatório e melhorar as funções da barreira intestinal. É encontrado em alguns alimentos como uvas, cereja, morango, maçã, alcaparras, cebola, etc. Mas pode e deve ser ministrado em cápsulas sob controle do seu médico.

 

f) Extrato de Ginkgo biloba: tem propriedades antioxidantes com efeitos citoprotetores sobre as células da mucosa gastrointestinal. Atenua a lesão da mucosa e diminui significativamente os marcadores da tensão oxidativa na lesão de isquemia e reperfusão do intestino delgado.

 

g) Vitaminas C e E: tem um importante papel na proteção das células da mucosa intestinal, reduzindo a inflamação.

 

h) N-acetyl-L-cysteina: é um potente antioxidante, desintoxicante, e um precursor para a síntese de glutationa, contribuindo na eliminação dos radicais livres que causam danos oxidativos da mucosa intestinal. A melhor forma de absorção é via intravenosa, a grande maioria dos suplementos orais são destruídos no trato digestivo.

i) Zinco: desempenha um papel crítico no controle da inflamação. A deficiência de zinco  causa perturbações na função de barreira da mucosa e aumento da secreção de mediadores inflamatórios nas células. O zinco possui atividade citoprotetora no trato gastrointestinal e ajuda a estabilizar as células intestinais.

 

j) L-glutamina: é uma fonte de energia importante para as células da mucosa intestinal e é essencial para a estabilidade da função da mucosa e a sua barreira imunológica contra bactérias. Recomendo estas marcas:  NuMedica e Vitafor. Você deve começar com 10g e ir aumentando a dosagem até chegar em 40g por dia. Acrescente 5g a cada dois dias. Deve ser consumido apenas no período de tratamento.

 

k) N-acetyl-D-glucosamina: Contém  o aminoácido L-glutamina. Ajuda a constituir uma barreira mecânica e imunológica contra toxinas, antigénios, bactérias e no lúmen do intestino. Bloqueia a adesão da Candida albicans na mucosa gastrointestinal. Estimula o crescimento de Bifidobacteria benéfica. Mas atenção, essa fórmula não deve conter sulfato, cloridrato ou chitosan, pois estes não garantem os  efeitos que procuramos, portanto prestem atenção nos ingredientes. Deve ser consumido apenas durante o período de tratamento.

 

l) Fosfatidilcolina: é um componente da bílis humana e um componente-chave do gel de muco hidrofóbico que protege a exposição mucosa.

 

m) Fibras: desempenha um papel importante na manutenção da função gastrointestinal.  A fibra solúvel é fermentada pela microflora do cólon, promovendo o crescimento de Bifidobacteria benéfica, inibindo a inflamação, reduzindo o estresse oxidativo e mantendo a função normal da barreira da mucosa do cólon. Evite fibras muito duras, como farinha de coco, por exemplo.

 

n) Omega 3: ajuda a estabilizar seu nível de cortisol pois ele tem um papel importante no controle da inflamação. Evite exercícios intensos porque eleva muito o nível do cortisol, e isso não é bom. O omega é encontrado nas sementes de chia, linhaça e  no extrato de folha de oliveira (este é também um excelente anti-fungicida e anti-inflamatório). Atenção, não compre a linhaça ou chia na forma de farinha ou óleo, pois já oxidaram no seu processo e portanto são inflamatórias, prefira fazer a farinha em casa, ou então deixe os grãos de molho na água e consuma-os em frutas, sucos, etc. Porém o nosso corpo absorve muito pouco do ômega vegetal, cerca de 20% a 30%. Neste caso é melhor recorrer ao mais garantido, o proveniente de peixes, mas procure por aqueles com selo dizendo que é livre de metais pesados. Para saber se está comprando cápsulas não alteradas, coloque-as no freezer, assim como os peixes que vivem em águas geladas, elas não devem congelar.

 

o) Hormônios: manter os hormônios equilibrados pois estes também contribuem na causa da SIP, e os hormônios geralmente ficam muito estressados quando há infecção intestinal, portanto é necessário dar muita atenção a isso. Se for necessária a reposição, opte pelos bio-idênticos, ou por alimentos como maca e inhame para repor a progesterona. A reposição hormonal deve sempre ser seguida sob acompanhamento médico. 

 

p) Antioxidantes: consuma alimentos antioxidantes ou suplemente, eles irão proteger seu organismo e melhorar o sistema imunológico. Recomendo também o Amla, rico em vitamina C proveniente da ayurveda, medicina milenar da Índia. Ou então o brasileiríssimo Camu-Camu , também muito rico em vitamina C.

q) Probióticos: é importante abastecer seu intestino com bactérias benéficas que ajudam a combater as maléficas. Para quem tem acesso a suplementação nos EUA, uma boa opção de probióticos é a Natren. Para entender como usar, veja aqui. Infelizmente é muito difícil encontrar no Brasil uma produção confiável de probióticos, a maioria não surte efeito. Por isso indico muito fazer uso de alimentos probióticos e se alimentar com uma diversidade de pré-bióticos (muito encontrados nas fibras).

Bebidas como o kefir (existem versões sem leite), kombucha, rejuvelac ou iogurtes caseiros feitos com probióticos naturais e que não utilizam o leite como base. Exs: iogurte com polpa de coco verde, de castanhas, etc. Mas prestem muita atenção em relação a higienização, são muito fáceis de contaminar com bactérias ruins!  

Mas no caso do uso de suplementos, o ideal é, antes de sair povoando seu intestino, verificar quais bactérias você precisa. Elas competem entre si, e um desequilíbrio de proporção de bactérias pode piorar sua condição.  Veja o vídeo abaixo para entender melhor sobre as bactérias e probióticos.

O probiótico ideal é aquele feito sob medida para você, manipulado em laboratório e refrigerado, afinal trata-se de bactérias vivas. Para quem está nos EUA, existe um laboratório incrível que faz um trabalho personalizado de estudo de microbiota e desenvolvimento de probióticos, o Sun Genomics. Infelizmente o Brasil ainda engatinha nesse sentido.

E lembre-se, você precisa primeiro desintoxicar seu intestino, restaurar e por último povoá-lo, depois que ele estiver menos permeável. 

 

r) Berberina: encontrada em diferentes plantas, entre elas, a Huang Lian e cúrcuma. Tem propriedades imunoestimulantes, antifúngicas, antibacterianas e regula os problemas  intestinais. Saiba mais aqui e aqui. O huang Lian é encontrado na forma de chá no bairro da Liberdade, em São Paulo - Empórium Sim Sim. Quando for consumir a cúrcuma, prefira na forma natural ao invés do pó, visto que andam falsificando e misturando com farinha. Mas existem suplementos fantásticos com super concentração de curcumina, ou seja, é como se você estivesse consumindo uma grande quantidade da propriedade isolada no volume de uma cápsula, são extremamente medicinais. A raiz da curcuma você pode consumir em chás, sucos  ou leite de coco quente com especiarias, sempre acompanhada de gengibre para potencializar suas propriedades e de preferência de estomago vazio, longe de refeições, para que ela possa aderir as paredes do trato digestivo com maior facilidade.  

 

s) Extrato de folha de oliveira ou óleo de orégano: o extrato é riquíssimo de diversos nutrientes, entre eles, ômega 3, vitaminas, sais minerais, polifenóis, antioxidantes, flavonóides, fitoesteróis, ácido oleanóico, colina, luteína, etc. Contém propriedades bactericidas, antifúngicas, antivirais, antiinflamatórias, fortalece o sistema imunológico, cardiovascular, auxilia no estresse, fadiga crônica, obesidade, etc. Comprei o meu neste lugar OSCIP: projetosocialnutricional@gmail.com

O óleo de orégano deve ser da espécie Origanum Vulgare, orgânico. Veja este aqui. Este óleo também tem propriedades antibactericidas, antifúngicas, antiviral e anti-inflamatória, além de combater vermes e parasitas.

t) Jejum: pode parecer radical, mas lhe garanto, foi uma das melhores coisas que fiz para curar meu intestino. Toda a dificuldade de digestão e de quebra de nutrientes, todo o estresse a que ele foi submetido, faz com que nosso intestino precise de descanso, férias do trabalho. Procure passar uns 3 dia só com líquidos. O suco de limão é perfeito, assim como chás calmantes e anti-inflamatórios. Nada de sucos doces! Se não aguentar, coma algo realmente muito leve, sem fibras, e em pequena quantidade.

 

u) Hemoterapia E Ozônioterapia: a primeira consiste em injetar seu próprio sangue no músculo, e tem apresentado interessantes resultados na recuperação do sistema imunológico, que fica muito abatido diante desta doença. A segunda trata-se de uma aplicação de gases (oxigênio e ozônio) por diversas vias, dependendo de cada caso. Ela é amplamente usada em países como Cuba, como uma solução barata e eficiente para inúmeras doenças, pois alcança um leque de mais de 300 doenças. O que essas duas terapias tem em comum é que ambas são proibidas no Brasil. Mas se você tiver a oportunidade em fazer em outros países, vá em frente, pois terá  resultados fantásticos.

 v) Caldo de Mocotó: se você não é vegetariano, um ótimo alimento para a cura do intestino é o famoso caldo de mocotó, ou seja, a sopa de ossos de boi ou galinha. Mas certifique-se de que são animais tratados sem antibióticos e outras químicas prejudiciais. Essa gelatina que os ossos liberam quando cozidos por muito tempo funciona como uma espécie de cola, que faz com que seu intestino fique firme e saudável, sem permeabilidade. Para saber mais veja esta maravilhosa entrevista (em inglês) com a Dra Kellyann Petrucci. Aqui ela explica também como fazer o caldo.  

 

x) Sangue de Dragão: extraído de árvores do Amazonas, esta seiva, se ingerida, ajuda a cicatrizar úlceras e ferimentos internos. Você toma apenas algumas gotas misturadas em 1 litro de água, e bebe durante ao longo do dia. Você encontra nesta loja virtual brasileira: mukanishop.com.br

 

 

 

 

z) suco de aloe vera: também conhecida como babosa, é fantástico não apenas para restaurar a saúde do intestino, mas também pelas diversas propriedades anti cancerígenas, anti inflamatórias e enzimáticas. Mas cuidado, existem várias espécies, nem todas podem ser ingeridas. A melhor opção é a Barbadensis Miller, mais rica em nutrientes e propriedades medicinais. Não existe o suco pronto produzido por uma empresa brasileira, mas é possível encontrar no Brasil um muito bom, da marca  Forever Living.  Recomendo também  o  da marca George's, importado, mas a melhor opção de todas, para quem tem acesso. 

 

 

O limão é um santo remédio para muitas doenças. E aqui tem também um papel importante na recuperação da sua  saúde. Consuma o máximo possível, desde manhã em jejum com água morna, em sucos, saladas e na preparação de alimentos. Evite usar em sucos verdes, pois ele desestabiliza a clorofila. Não adoce, pois açúcares devem ser evitados enquanto estiver em tratamento. Abuse do limão!

 

A medicina Chinesa e Ayurvédica (Panchakarma) também trabalha com muitas ervas desintoxicantes e restauradoras, e na naturapatia as compressas de barro serão ótimas auxiliadoras na desintoxicação da região abdominal, assim como os banhos de mar. Procure por médicos dessas áreas. No campo energético, reike e mahikare são ótimos pois trabalham a cura física também.

Por fim, não deixe nunca os remédios naturais próximos a equipamentos eletrônicos.

 

ATENÇÃO, PRECISA DE AJUDA?

Conheça aqui meu trabalho de coaching para o tratamento da SIP.

IMPORTANTE:

Quero deixar claro que é super importante você ter um acompanhamento médico em todo o  processo de cura. A SIP é uma doença pouco tratada pois é difícil de ser diagnosticada, e muitas vezes seus sintomas estão bastante disfarçados. Mas estar ciente dessa possibilidade já é um passo enorme, e não tenha medo de ser coautor da sua própria cura. Posso dizer isso por experiência própria, descobri sozinha que estava com esse problema, depois de ir a médicos que ignoraram completamente o que se passava no meu intestino. Foi um alívio e hoje fico feliz de poder levar essa experiência e conhecimento para mais pessoas, porque ninguém precisa sofrer deste jeito. A medicina alopata tradicional muitas vezes se perde nas especializações, esquecem de ver o nosso organismo como um todo, e ainda dão pouco crédito a capacidade do corpo e se auto regenerar quando lhe é dado o combustível correto. Portanto a sua consciência sobre o que lhe acontece será sempre um passo importante para a estabilidade da sua saúde.

Abraços e lhe desejo uma vida longa e bela!

8 passos para curar naturalmente doenças como Chron, Colite, Diverticulite e SIP

Neste vídeo Jini Patel Thompson compartilha seu conhecimento profundo e preciso sobre passos importantes para a cura dessas doenças. Um protocolo completo e de excelente fundamento, além de uma aula incrível que aponta as verdades e mentiras sobre probióticos, como fazer uso deles apropriadamente e de que forma consumi-los para obter os melhores resultados. A partir da própria experiência pessoal em que ficou muito doente, Jini desenvolveu um estudo que ajudou milhares de pessoas mundo afora, o que lhe rendeu livros e uma própria linha de produtos para ajudar na cura dessas doenças. Em inglês.

DEPOIMENTO DE PACIENTE DE SÍNDROME DO INTESTINO PERMEÁVEL/IRRITÁVEL E QUE REALIZOU O COACHING COM ALESSANDRA :

"Encontrei Alessandra pesquisando na internet, desesperada por uma solução pro meu caso. A verdade é que já estava há mais de 6 meses em diarreia e tinha sido internada várias vezes com fraqueza. Meu caso começou depois de tratamento de parasita acompanhado por médicos. Os famosos Anitta, Flagyl, Secnidazol, Albendazol - todas essas pérolas eu tomei num intervalo de 6 meses, o que causou um desequilíbrio completo no meu organismo, e não tinha nenhum diagnóstico específico na medicina. Apesar de ser vegana há anos e estar acompanhada de naturopatas, homeopata, ortomolecular, alergistas, proctologista, gastro, nutricionista -  ou seja, os melhores especialistas - ainda assim, a saúde estava um caos. Pra arrematar, um dente saudável inflamou pela raiz - o que eu também acredito que tem relação com todos esse vermífugos que tomei - e um canal foi feito `as pressas, e agora um antibiótico. Pronto, meu corpo desequilibrou de vez. Fraqueza, diarreia constante, desmaio, tremedeira, cama. Internações. Diagnostico: virose. Não passava. Não dava pra comer nada. Foi agravando em mais uma semana e comecei a perder a visão, ter crises de pânico, depressão, fadiga e diarreia crônica. Já não dava mais pra trabalhar nem viver socialmente - e não se via na medicina alguma solução rápida pra mim, que não tinha "NADA". Sempre tive muito prazer em cuidar da minha alimentação, e achava que sabia tudo, mas meu intestino me obrigou a dar um passo além. Encontrar Alessandra pra mim foi providência divina. Além do site ser absolutamente informativo, a sessão com ela foi divisora de águas. Mergulhei de cabeça. Com todos os sacrifícios do mundo, fui comprando tudo o que ela sugeriu e segui `a risca toda a alimentação. Com poucos dias, meu olho começou a normalizar, e junto a cabeça e as emoções. Foi um crescente de melhora, acompanhado diariamente por ela com muita atenção, paciência e carinho. Diariamente, e de manhã, de tarde e de noite. Estou há 2 meses seguindo todo o protocolo `a risca e me considero 90% em forma - que sei que ainda é absolutamente condicionado `a minha dieta restrita e suplementos. Perdi 12kg e ganhei muito aprendizado, pois mesmo sendo vegana, eu não era tão criteriosa com orgânicos e não transgênicos. Estou ainda aqui no processo, que sei que vai ser pra vida toda, e acho honestamente que está tudo muito melhor agora do que antes de adoecer. Minha disposição voltou, regularizei o intestino, já parei toda medicação de depressão/panico, e meu contato com meu corpo e saúde estão mais afinados do que nunca. Cozinho quase todo dia, adaptei a rotina pra dar tempo de tudo, espremi o orçamento, mas está tudo valendo muito a pena. Quero muito que as pessoas tenham acesso ao que Alessandra pesquisou, e que isso seja reconhecido muito em breve. Vale muito a pena voltarmos aos conhecimento mais profundos, que moram na intuição, nos caminhos da sincronicidade, e na sabedoria profunda dos intestinos. A ciência está longe de entender essa complexidade, e é cada um que desperta pros métodos alternativos - e eu diria que a alimentação deveria ser o principal, não o alternativo. Alessandra é incrível, domina muito bem o que fala, é uma pesquisadora permanente, alem de ser um ser humano sensível e dedicado. Destaco muito especialmente seu estudo sobre a microbiota e os probióticos. Morando nos EUA, estou tendo a possibilidade de testar o protocolo de probióticos que ela passou e estou vendo a saúde melhorar ainda mais do que já estava com a mudança da dieta. Um caminho completando o outro. Vale muito a pena se dedicar ao tratamento que ela propõe `a risca e confiar mesmo na Alessandra."

C. Borges, professora - Nova York  

"Minha vida mudou após a cirurgia bariátrica. Perdi muito peso mas junto com ele foi minha saúde. Comecei a ter crises de fadiga, depressão, problemas gastrointestinais, problemas hormonais. e muitos outros. Procurei vários médicos, fiz muitos exames e parecia que tudo estava normal, mas eu me sentia péssimo.

Foram anos nessas condições ate que resolvi atacar cada problema individualmente e conforme fui tratando cada um deles, ficou claro que o problema era intestinal. Novamente uma série de endoscopias, colonoscopia e muitos exames não me ajudaram. 

Comecei a pesquisar muito no google até que cheguei na descrição dos sintomas da Síndrome do Intestino Permeável e como isso se encaixava no meu quadro.

Me aprofundei mais ainda na pesquisa até que cheguei no site da Alessandra Calor, o Curacion, e nesse dia me emocionei muito por descobrir alguém que tinha passado pelo que eu estava passando. Rapidamente liguei para ela e conversamos. Ela me passou várias orientações e a mais preciosa foi tirar o glúten a a lactose da minha vida definitivamente. Foi difícil no começo, mas quando consegui ficou claro que o grande causador dos meus problemas era o glúten.

O Site da Alessandra me ajudou a colocar minha saúde nos trilhos! Retomar minha vida e acabar com as crises de fadiga. Ainda tenho muito para percorrer, mas agora sei que estou no caminho certo. Agradeço demais a Alessandra, as palavras dela me ajudaram mais do que muitos médicos.

Parabéns Alessandra! Espero que continua com esse lindo trabalho, ajudando pessoas que muitas vezes não encontram orientação correta para tratar a SIP."

Diogo Klie Dupont, Designer - SP

FONTES:

 

Dr. Antônio Marcos: http://www.drmarcos.net/curriculum.html

 

Jordan Reasoner: http://scdlifestyle.com/jordan/

 

Dr. Allessio Fasano’s -  “Leaky Gut Theory of Autoimmunity”

 

Giulia Enders – “Gut – The Inside Story of Our Body´s Most Underrated Organ”

 

Green Med Info - www.greenmedinfo.com/article/gliadin-causes-intestinal-permeability-both-celiac-and-non-celiac-intestinal

 

JOURNAL OF PHYSIOLOGY AND PHARMACOLOGY 2011 - http://www.jpp.krakow.pl/journal/archive/12_11/pdf/591_12_11_article.pdf

 

Dr. William Davis - "Barriga de trigo"

 

Why Grains Are Unhealthy - http://www.marksdailyapple.com/why-grains-are-unhealthy

 

Alerta sobre a soja -http://www.westonaprice.org/soy-alert/

 

Artigo com o especialista em toxicologia, Dr. Don Huber, sobre os danos a saúde causados por agrotóxicos e transgênicos -  http://articles.mercola.com/sites/articles/archive/2013/10/06/dr-huber-gmo-foods.aspx

Mais informações sobre a dieta FODMAP: https://www.ibsdiets.org/fodmap-diet/fodmap-food-list/

Breaking the Vicious Cycle:  http://breakingtheviciouscycle.info/legal/listing/A/

 

Veja também:

Um protocolo de tratamento bastante completo neste site da Natural Medicine Journal, recomendado pelo médico naturopata americano dr. Corey Resnick (em inglês):

http://naturalmedicinejournal.com/journal/2010-03/nutritional-protocol-treatment-intestinal-permeability-defects-and-related

 

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